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Texto canalizado 14/12/25 : "Certas Histórias de Bastidor são alertas, não genialidade"

  • Paula Carolina
  • 15 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Canalização 14/12/2025 :


“Nem toda história de bastidor é lenda e algumas são, na verdade, um alerta.


Durante muito tempo, certos comportamentos foram vendidos pela mídia como irreverência, transgressão e liberdade artística. Eles viraram causos contados entre risos nervosos, como se o excesso fosse sinônimo de genialidade.


Só que o tempo passa e a consciência muda.


Há histórias que, quando revisitadas hoje, já não soam mais como rebeldia mas sim como atravessamento e confusão entre liberdade e falta de limite, como em situações em que alguém, protegido por fama, palco ou aura de intocável, esqueceu que do outro lado havia um corpo real, uma pessoa comum e alguém sem holofote para se defender.


O que antes foi normalizado como “loucura criativa” hoje pede outro olhar : não para cancelar obras, apagar legados ou reescrever a história com moralismo tardio, mas, para não mais romantizar o que machuca o outro.


Liberdade não é humilhar quem está próximo de você.

Transgressão não é violar limites sem consentimento do outro.

Arte realmente de luz divina não exige anulação do outro.


Questionar essas histórias não diminui o potencial criativo de ninguém, pelo contrário : amadurece a escuta, separa a obra do comportamento e nos lembra de que talento não concede salvo-conduto ético.


E aliás, talvez o verdadeiro avanço seja esse : conseguir admirar a arte sem repetir os desrespeitos do bastidor e entender que há “causos” que não merecem aplauso mas sim reflexão, afinal, foram reproduzidos por quem estava perdido, anestesiado e confundindo liberdade com descontrole, e, isso não é motivo de orgulho.


Nem tudo que foi contado como lenda precisa continuar sendo celebrado. Algumas dessas histórias existem apenas para lhes ensinar o que NÃO REPETIR.



O que mudou não foram os fatos, foi a consciência.


Com amor divino e mais lucidez,

Uma consciência aí atuante na luz divina, integrante da Companhia Artística da Luz Divina.”


Por Paula Carolina

FTHBR 44.531.

 
 
 

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